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Em volume proporcional, de janeiro até o início de outubro, as obras do sistema de tratamento de esgotos da cidade avançaram mais do que nos últimos quatro anos. A avaliação é do prefeito Ernani Vasconcellos, após visita ao local onde está sendo construída a Estação de Tratamento de Esgotos (ETA).

Em janeiro deste ano, o projeto tinha apenas 38% de obra executada, sendo a maior parte com a instalação de tubos. Após realinhamento de cronograma com a empresa responsável foi estabelecida nova sistemática de pagamentos para que o projeto pudesse avançar mais rapidamente.

 Na semana passada, o prefeito Ernani Vasconcellos se reuniu com representantes da empresa Sanevix e responsáveis técnicos da obra para fazer uma avaliação sobre o que foi feito de janeiro até agora. A reunião teve também a participação do secretário de Obras, Áureo Viana Júnior; diretor de Meio Ambiente, Samuel Folchetti e o superintendente da Saerp, Marcelo Primini.

“Quando assumimos em janeiro esta obra tinha somente 38% de seu projeto executado e poucos funcionários trabalhando efetivamente. Após várias reuniões com a empresa, houve uma cobrança maior sobre o andamento do projeto”, comentou o prefeito.

De acordo com o secretário de Obras, a Prefeitura passou a exigir da empresa um volume maior de serviços executados para poder fazer os pagamentos devidos. “Com esse realinhamento de cronograma estimamos que no prazo de 16 a 18 meses tenhamos este projeto finalizado”, disse, observando que a administração tem acompanhado com mais regularidade o andamento dos serviços, através do engenheiro José Eduardo Ferreira de Castro, coordenador de obras.

“É importante destacar que este percentual é da obra contratada, ou seja, o projeto de construção, implantação da rede de coleta”, finalizou.

A última medição de serviços, realizado na quinta-feira, dia 19, atesta que a construção do sistema de tratamento de esgotos chegou a 71% das obras concluídas. Nessa etapa foram concretadas a base do tanque de contato, o taque de lodo, a casa de operações, guarita e a base do reservatório de água potável.

 De acordo com a empresa Sanevix, responsável pela execução das obras da Estação de Tratamento de Esgotos, nos serviços realizados nesta semana foram utilizados 18 caminhões de concreto.

Os recursos empregados na obra são oriundos do PAC, repassados pelo Governo Federal.

Fonte: http://saojosedoriopardo.sp.gov.br/esgoto-tem-71-de-obra-executada/

Tecnologias avançadas de tratamento de água e esgoto, qualidade de águas costeiras, balneabilidade, emissários submarinos na América Latina, gestão de recursos hídricos, gestão da água e ambiente são alguns dos temas que serão abordados no Congresso Catarinense de Saneamento / Feira de Saneamento, agendados para os dias 31 de agosto e 1° de setembro no Centro de Eventos Luiz Henrique da Silveira, em Canasvieiras, Florianópolis.
 
Organizados em parceria entre CASAN e Sindicato dos Engenheiros no Estado de Santa Catarina (SENGE/SC), os encontros terão como tema principal “Tratar a água é tratar a vida". O Congresso trará a Florianópolis palestrantes considerados referências mundiais no setor, como o professor George Tchobanoglous, da Universidade da Califórnia em Davis, especialista em tratamento de esgoto e reúso de água.
 
Diversas empresas expositoras também participarão da primeira Feira de Saneamento, compartilhando sua expertise na área. Os encontros são direcionados a profissionais de empresas públicas e privadas de saneamento, a estudantes de áreas como engenharia sanitária e ambiental, engenharia química e gestão ambiental. 
 
“Santa Catarina vive neste momento uma revolução em saneamento e por isso a CASAN percebeu que era preciso liderar este grande debate sobre o tema", diz o diretor-presidente da CASAN, engenheiro Valter Gallina. "Será uma grande oportunidade para discutirmos sobre saneamento e compartilhamos experiências com as melhores práticas existentes no mundo”, complementa Alexandre Trevisan, líder da Comissão Organizadora, engenheiro da Gerência de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da CASAN e representante do SENGE.
 

A Prefeitura de Várzea Grande assinou ordem de serviço com o Consórcio Lumevix, formado pelas empresas Lumen SA Construtora e Incorporadora e Sanevix Engenharia Ltda, no valor de R$ 23 milhões para a Construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), com duas elevatórias. 

A prefeita Lucimar Campos (DEM) ainda autorizou abertura de duas licitações, uma para obra de esgotamento sanitário da sub-bacia 2, com 10 elevatórias e redes no valor de R$ 62 milhões e outra para construção e ampliação do sistema de abastecimento de água tratada no valor de R$ 83 milhões. 

Ao todo, os contratos somam R$ 168 milhões em investimentos e fazem parte da terceira fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A prefeita destacou que as obras do PAC no município estavam paradas há cerca de 10 anos e contou grande articulação para serem retomadas. 

Com os novos investimentos a meta é chegar a 75% de esgotamento sanitário e 100% de distribuição de água tratada na casa dos moradores. “Estávamos parados no tempo e espaço e em 2 anos conseguimos avançar muito. Sabemos das dificuldades no abastecimento de água em Várzea Grande e a importância do saneamento básico para garantir a saúde da população”, definiu.

Secretário municipal de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, Jayme Campos reforçou que para retomar o PAC no município foram necessárias várias articulações, pois estava praticamente parado desde 2007.

“Esses contratos tinham sido pactuados em 2007. Parte dos recursos, cerca de R$40 milhões, já estava depositada na conta da prefeitura. Só para se ter uma ideia foram R$ 18 milhões só na primeira liberação, mas não faziam as coisas transparentes. No primeiro dia de mandato da prefeita Lucimar procuramos os órgãos de controle, Tribunal de Contas da União, Controladoria Geral da União, e depois definimos os projetos executivos e só aí conseguimos a aprovação do Ministério das Cidades para continuar as obras”.

Com a articulação, o município recuperou a capacidade de tomar empréstimo junto à Caixa Econômica Federal (CEF), possibilitando a execução. “São obras importantíssimas para a população, vamos sair do sistema de água e esgoto que atende 14% do município para universalizar a questão da água e chegar a 70% do esgotamento. Não podíamos perder esses recursos”.

Segundo a prefeitura, a nova rede de esgoto da sub-bacia 2 irá contemplar 49 bairros como Santa Maria, Nova Várzea Grande e Jardim Eldorado. Já a rede de abastecimento de água contará com captação, adutora de água bruta, adutora de água tratada, estação de tratamento, reservação e redes de distribuição.

FONTE: http://sindusconmt.org.br/imprimir-noticia.php?cat=10520

O maior programa ambiental já realizado no Espírito Santo avança e vai ampliar o tratamento de esgoto em mais três municípios do Estado.  Nesta quinta (13), será publicado o Aviso de Licitação e o edital para a implantação do Sistema de Esgotamento Sanitário de Conceição do Castelo e Divino de São Lourenço, na Região do Caparaó, e Marechal Floriano, na Região Serrana. O anúncio foi feito no Palácio Anchieta, na tarde desta quarta (12), como parte do Programa de Gestão Integrada das Águas e da Paisagem.

O Programa é inovador por realizar ações integradas para o uso coordenado da água, do solo e de recursos relacionados ao desenvolvimento sustentável. As ações do programa envolvem planejamento e gestão dos recursos hídricos e também de gestão de risco, com investimento específico para o saneamento ambiental.

Nesta segunda etapa de obras do Águas e Paisagem, o Governo do Estado vai aplicar, com financiamento do Banco Mundial e execução pela Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan), R$ 25 milhões, beneficiando 14.139 habitantes.

O governador Paulo Hartung ressaltou a importância do Programas Águas e Paisagens para o Estado avançar em coleta e tratamento de esgoto. “São R$ 25 milhões de investimentos. É espetacular. Uma obra desta mexe com as possibilidades destes municípios, que têm forte vocação turística. Além disso, a cada real investido, significa uma economia de quatro reais em despesas com remédios, médicos, unidades de saúde e assim por diante. Isso é saúde preventiva”, declarou.

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