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Petrópolis/RJ é a segunda cidade do estado no ranking do saneamento. Mesmo com muito a ser feito, estudo mostra avanços em serviços de água e esgoto

O Instituto Trata Brasil divulgou o novo ranking do saneamento. Os dados mostram que Petrópolis avançou algumas posições. 

O município passou de 36º posição em 2017, para 27º este ano. No Estado do Rio de Janeiro, Petrópolis é a segunda cidade no ranking, ficando atrás da cidade de Niterói e seguida por Campos.

Falar de saneamento no Brasil não é tarefa simples. É fácil se perder nas estatísticas de acesso à água potável, recolhimento e tratamento de esgoto.

Apenas 45% do esgoto gerado no Brasil passa por tratamento. Isso quer dizer que os outros 55% são despejados diretamente na natureza, o que corresponde a 5,2 bilhões de metros cúbicos por ano ou quase 6 mil piscinas olímpicas de esgoto por dia. É o que aponta o novo estudo do Instituto Trata Brasil.

Avanços no saneamento

De acordo com os dados do instituto, 94,32% da população de Petrópolis tem água tratada.

No índice de esgoto tratado em relação à água consumida, a cidade ficou entre as  quatros cidades que tiveram 100% de aprovação. O indicador de tratamento de esgotos mostra que 21 das grandes cidades tratam apenas entre 0 a 20% do volume. Em contraponto, 22 cidades tratam mais de 80% do esgoto que produzem.

Petrópolis também se destacou positivamente em relação ao Índice de Perdas de Faturamento Total (IPFT), que afere o volume de água produzida, mas não faturada. As perdas ocorrem por vazamentos, erros de leitura dos hidrômetros, furtos e outros fatores. A cidade teve um indicador de 11,22%, ficando em 6º lugar.

Saneamento básico no país

Em 2016, o percentual da população abastecida com água potável era de 83,3%. O que significa que 16,7%, ou 35 milhões de brasileiros, ainda não tinham acesso ao serviço. Em 2011, o índice de atendimento era de 82,4%. A evolução foi de 0,9 ponto percentual.

Quanto à coleta de esgoto, 51,9% da população tinha acesso ao serviço em 2016. Já 48,1%, ou mais de 100 milhões de pessoas, utilizavam medidas alternativas para lidar com os dejetos – seja através de uma fossa, seja jogando o esgoto diretamente em rios. Em 2011, o percentual de atendimento era de 48,1% — um avanço de 3,8 pontos percentuais.

Apenas 44,9% do esgoto gerado no país era tratado em 2016. Em 2011, o índice era de 37,5% — uma evolução de 7,4 pontos percentuais.

Historicamente, os números de esgoto são piores que os de água no país por conta da falta de prioridade nas políticas públicas, maior custo de investimento e de dificuldade nas obras, entre outros motivos.

Fornecimento de água e esgoto

Por isso, mesmo tendo apresentado a maior alta entre os indicadores, o acesso ao tratamento no país continua baixo, já que o esgoto que não é tratado é jogado diretamente na natureza, causando problemas ambientais e sanitários.

A concessionária Águas do Imperador atua em Petrópolis desde 1998, quando assumiu a responsabilidade pelo fornecimento de água e pela rede de esgoto, serviços até então prestados diretamente pelo governo municipal. De acordo com o contrato de concessão, a empresa vai administrar os serviços na cidade até 2042.

A ação também envolve a Comdep em função de a empresa pública municipal ser a responsável pela subconcessão do serviço; e o Inea por ser responsável pela questão ambiental no Estado do Rio de Janeiro.

Tratamento de esgoto

Petrópolis conta com 26 unidades de tratamento de esgoto (ETE): 03 ETEs principais, 12 ETes menores, 10 Biodigestores e 01 Biossistema, que, juntos, tratam 85% do esgoto urbano.

As principais estações de tratamento de esgoto (ETE): Quitandinha (que atende 70 mil pessoas das regiões de Quitandinha, Coronel Veiga, São Sebastião, Siméria, Castelânea, Thouzet e Valparaíso); Palatinato, no Morin (que atende 65 mil pessoas), do Centro e do Alto da Serra); Piabanha (que atende 30 mil pessoas da Mosela e do Bingen); Corrêas (que atende 9 mil pessoas da região) e Posse (7,5 mil moradores da região são atendidos pela estação).

Além disso, os biodigestores são a solução para o saneamento em áreas mais altas, com maior dificuldade de acesso: são 10, localizados no Quarteirão Brasileiro, Córrego Grande, Vila Rica, Vila Ipanema, Independência, Siméria, Bonfim, Nogueira e Caxambu, além de um biossistema no Vale do Carangola. Mais de 731 mil litros de esgoto são tratados por dia, beneficiando 10 mil moradores. Também estão instaladas 12 estações intermediárias.

Distribuição e Tratamento de água

Em 1998, a cidade possuía apenas uma Estação de Tratamento de Água, a ETA Itaipava, cujo tratamento limitava-se à cloração da água. Nessa época, apenas 2% da população consumia água tratada.

Hoje, são sete estações em funcionamento: Montevideo, Mosela, Bonfim, Itaipava, Pedro do Rio, Secretário e Taquaril.

Cerca de 61,8 milhões de litros de água são tratados diariamente e distribuídos para 94,32% da população. As instalações têm capacidade instalada para atender 100%.

Desde 1998, foram implantados 900 km de rede, Por dia, 52,5 milhões de litros de esgotos são tratados, em 24 unidades de tratamento, que equivalem a 77% dos esgotos urbanos.

Fonte: https://www.saneamentobasico.com.br/petropolis-segunda-cidade-ranking-saneamento/

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