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A Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan) vai ter um sócio para realizar investimentos em água e esgoto no estado e compartilhar a administração da empresa. O governador Paulo Hartung (PMDB) confirmou que as negociações estão em andamento e a previsão é que ela aconteça até o final deste ano.

Abertura de capital da empresa pode trazer R$ 500 milhões em investimentos, que podem ser direcionados para distribuição de água e captação do esgoto.

O presidente da Cesan, Pablo Andreão, explicou que essa negociação acontece via programa Fundo de Investimento em Infraestrutura (FIFGTS) com a Caixa.

“Será uma negociação em torno de 20% de participação na Cesan. Assim, o controle da empresa não sai do governo do estado. O percentual ainda é estimativa. Vai ter um leilão na bolsa de valores de São Paulo e o percentual vai depender disso”, disse.

O presidente falou ainda que isso vai aumentar o número de ações da empresa, com chances maiores de investimento.

“O fundo entra como sócio na companhia e ela passa a ter um tamanho maior. Esse aumento de capital entra livre para investimento, podendo ser utilizado, por exemplo, para investir em projetos de água, de esgotamento sanitário, de melhoria operacional, de melhoria ao atendimento à população”, destacou Andreão.

Por causa do aumento de capital, a expectativa também é de aumento do número de empregos na companhia. “Quando você traz um novo sócio, espera-se que você traga boas práticas, novas ideias. Isso não é uma exigência do modelo, mas uma exigência de mercado”, falou o presidente.

A estimativa, com a entrada do novo sócio, é que, em menos de cinco anos, toda a região Metropolitana do Espírito Santo seja contemplada com uma grande melhora no tratamento de esgoto. “Vamos trazendo esses investimentos, para que, de fato, a gente alcance nossa meta de universalização de tratamento”, disse Andreão.

Para o presidente da companhia, é importante a parceria entre o setor público e o privado. “A gente acredita que precisa do setor privado para complementar o setor público. Nós precisávamos discutir o saneamento e essa foi uma grande oportunidade gerada pelo cenário de crise hídrica, porque passamos a discutir de fato o saneamento e a reconhecer o valor da água”, destacou.

Fonte: G1

A Funasa participou do VII Seminário Nacional de Saneamento Rural e II Encontro Latino-Americano de Saneamento Ruralrealizado de 10 a 13 de outubro, em Vitória – ES, promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES, por meio da Câmara Temática de Saneamento Rural e apoio da Seção ABES Espírito Santo, e em parceria com a Funasa.

VII Seminário Nacional de Saneamento Rural e II Encontro Latino-Americano de Saneamento Rural - Foto: Suest/ ES

O evento teve o objetivo de discutir e divulgar conceitos, experiências e técnicas aplicadas ao saneamento no campo e em localidades de pequeno porte, analisar e disseminar conceitos, tecnologias, experiências de gestão, políticas públicas desenvolvidas em saneamento rural no Brasil e países da América Latina. Sob o tema central “Gestão e Sustentabilidade”, foram realizados debates e discussões técnicas, políticas e institucionais, congregando profissionais, acadêmicos e interessados no tema do saneamento rural.

Participaram do evento gestores e usuários de serviços de saneamento, organismos de cooperação internacional, representantes de instituições financeiras, agências reguladoras, universidades, consultores, representantes dos movimentos sociais e profissionais de empresas e organizações não governamentais que atuam nas áreas de Saneamento, Saúde, Educação e Meio Ambiente.

Cerca de 80 técnicos da Funasa lotados na Presidência e nas 26 Superintendências estiveram presentes, sendo 10 Superintendentes Estaduais, 15 técnicos da Presi (Densp, Cgesa, Cgcot, Cgear e Auditoria) 55 técnicos das Suest (Diesp e Sesan).

Nos 3 dias de evento ocorreram palestras distribuídos em 6 painéis e um mini-curso sobre novas tendências tecnológicas para o saneamento rural

Foram palestrantes profissionais da própria ABES, da Copasa, do Bird, do Bid, do KFW,  COSUDE/Peru, da Funasa, do Sisar (CE e PI) e Centrais, da Copanor, do FISE/Nicarágua, da UFMG, da Cesan, da Sanepar, Programa SABA/Peru (Cusco e Cajamarca), Sedur/BA, SDR/MI, Cerb/BA, SDA/CE, UFRN, Sedurb/ES, CONASA/Honduras, SANAA/Honduras, UFF, UFES, Prefeito de Boa Esperança/ES, Macs GmbH, IBIO, Itapipu Binacional, Rotaria do Brasil, SEMMA/Castelo-ES, ABCMAC e Fundación AGUATUYA / Peru.

Os temas dos painéis foram: Saneamento Rural no Brasil; Modelo de Gestão em Saneamento Rural e seus resultados; Experiências na estruturação de gestão sustentável para comunidades rurais isoladas; Programa Água para todos em Comunidades Rurais no Semiárido Brasileiro; A importância de Indicadores de Saneamento; e Temas integrantes da sustentabilidade do Saneamento Rural.

No dia 13, a palestra do Professor Léo Heller versou sobre elementos para o Programa Nacional de Saneamento Rural e foram discutidos subsídios para este Programa, cuja elaboração está em andamento pela Funasa.

 

Fonte: funasa.gov.br

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